A resenha do romance A parede no escuro, escrita por Cassioney, saiu na Gazeta do Sul e está disponível on line (o que é a maravilha da internet). No blog, temos acesso a outros textos sobre os contos de Altair.
Vale a pena conferir! ;)
Imagens e palavras, poemas e canções, preferências e indicações, cultura e lazer, amigos e familiares. Um pouco de mim.


Na primeira vez, fomos ver "Planeta 51", no Shopping Praia de Belas. Eu estava receosa, pois não sabia como ela reagiria, se suportaria assistir o filme inteiro, se gostaria da tela grande, se teria medo do escuro, essas coisas. Mas o filme, Planeta 51, ajudou muito. Um filme muito bom, animado, a trilha maravilhosa fez com que a Rafinha e eu dançássemos em pleno cinema (durante e depois). A estrutura do cinema também, muito boa: as luzes não se apagaram por completo, tinha uma cadeirinha auxiliar para a criança ficar mais alta e enxergar a tela, o áudio perfeito também. Ah, e tinha pipoca doce!













Autógrafos na Feira do Livro!!!! Machado plural é uma reunião de artigos sobre as diversas facetas do escritor Machado de Assis, organizado pela profa. Ana Mello. Entre os autores, estão: Juliana Santos, Adriana Machado, Adriana Carina, Alessandro Castro, Atílio Bergamini, Sheila Staudt, Vanderlei Vicente, Felipe Ewald, Fernando Brum... e euuuuuuuzinha! :) :) :) O livro ficará à venda no site. Durante a Feira, estará disponvivel na barraca de autógrafos da Câmara do Livro e na barraca da Livraria Mosaico. 12/11/2009 | |
Local: Memorial Térreo -20h | |
Machado plural | |
Escritor: Ana Maria Lisboa de Mello, org. | |
Editora: Armazém Digital |




A bailarina
Cecília Meireles
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.
Cecília Benevides de Carvalho Meireles (RJ 1901 – RJ 1964) poeta brasileira, professora e jornalista brasileira.

O gênero romanesco apreende, através da transfiguração da realidade pela palavra, a marcha da sociedade e suas problemáticas múltiplas, bem como as contradições cada vez mais flagrantes desse tempo que vivemos.
A grande produção de ficção na literatura portuguesa desde os anos 80 enquadra-se no panorama de uma pós-modernidade plena de questões a serem resolvidas, senão, pelo menos refletidas. O que constituiu sempre uma marca da literatura portuguesa no seu falar, implícita ou explicitamente, sobre Portugal como resultado de um nacionalismo exacerbado, hoje se apresenta como discurso marcado pela simultaneidade de imaginários frente a realidades contraditórias.
Romances que se voltam para a história mais ou menos recente da nação portuguesa dão conta da nostalgia de um tempo que se foi ou está a caminho da extinção, ao mesmo tempo que representam um olhar crítico sobre a realidade da qual o país não consegue escapar por se tratar de um processo irreversível.
O Portugal das duas ou três ultimas décadas encontra-se metaforicamente representado nesses dois pólos pela ficção desde então produzida até esse início do século XXI. Produzir ensaios críticos que dêem conta da complexidade da produção romanesca portuguesa contemporânea é o desafio do presente número da Revista Nau Literária, que tem se dedicado a tratar de temas e obras relevantes das culturas e literaturas de língua portuguesa.
Data final para envio de artigos: 30 de outubro de 2009
Profa. Dra. Elizabete Carvalho Peiruque
Organizadora do Dossiê
Me cansei de lero-lero
Dá licença
Mas eu vou sair do sério
Quero mais saúde
Me cansei de escutar
Opiniões...
De como ter um mundo melhor
Mas ninguém sai de cima
Nesse chove-não-molha
Eu sei que agora
Eu vou é cuidar
Mais de mim!
Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh!...
Como vai? Tudo bem!
Apesar, contudo
Todavia, mas, porém
As águas vão rolar
Não vou chorar
Se por acaso morrer
Do coração...
É sinal que amei demais
Mas enquanto estou viva
Cheia de graça
Talvez ainda faça
Um monte de gente feliz!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!...
Como vai? Tudo bem!
Apesar, contudo
Todavia, mas, porém
As águas vão rolar
Não vou chorar
Não!
Se por acaso morrer
Do coração...